sexta-feira, 17 de junho de 2016

DESPEDIDA DO MESTRE JESUS.


A "ÚLTIMA CEIA" como transição de Era



No ano de 1495, Leonardo da Vinci começou a pintar sua última obra para seu patrocinador, um nobre da cidade italiana de Milão. Era um afresco na parede da sala de refeições de um mosteiro na cidade. Chama-se "A Última Ceia" e retrata o Mestre Jesus em seu último encontro com os apóstolos. A obra é muito significativa como expressão das possibilidades de transição entre vários mundos e realidades. Jesus está no centro e, para cada um dos lados se reúnem dois grupos de apóstolos a conversarem,  dois do lado escuro da sala (inconsciente, signos de meses frios) e os outros dois grupos no lado claro (consciente, signos de meses quentes no hemisfério norte). A cada signo do lado claro, corresponde um signo do lado escuro. Por exemplo: Leão, representado pelo segundo apóstolo da direita de Jesus no lado claro, é o signo do coração por excelência. Tiago Menor abre os braços em expansão, como raios, já que é regido pelo Sol. Completamente fiel a Jesus, não lhe parece cabível que o Mestre possa ser traído por alguém. Já seu oposto está representado pelo segundo apóstolo da esquerda para a direita, no lado escuro. Tiago Maior representa Aquário, o signo do cérebro. Ele está conspirando no ouvido de André, enquanto toca no ombro de Pedro, conclamando ambos a se juntarem, afim de fazerem a Revolução. Enquanto Leão se veste totalmente de verde, a cor da lealdade e do amor incondicional, Aquário se veste totalmente de vermelho, a cor da paixão. Isso evidencia que cada lado tem sempre seu oposto e que a evolução está no equilíbrio.
Ao final da sala em perspectiva na obra, há três janelas abertas para o céu. Jesus nos convida a sair por aquelas janelas, mas, para fazer isso, a passagem ter que ser através dele, "ninguém vai ao Pai, a não ser por mim", ou seja, a porta para a libertação dos limites, impostos pela distorção ambígua dos lados conflitantes, é o AMOR. A lição que o Mestre Jesus tentou passar foi a do Amor, mas ele não conseguiu sucesso na sua implantação universal em seu tempo devido, embora as sementes tenham sido espalhadas. Aquário, a Era entrante, é regida pela casa dos ideais. Dos amigos que comungam das mesmas ideias. Neste sentido, a porta de passagem para a liberdade, continua sendo através do Amor.

Esta pintura representa o momento final de Jesus, antes de sua crucificação. Porém, é o momento em que se está também nascendo a Era de Peixes. A "Última Ceia" é a despedida de Jesus, para uma mudança de status. Sai do mundo dos "encarnados" para voltar para o "seu" mundo, provavelmente para o céu, o mundo átmico, dada sua condição espiritual. Nesta condição, ele não só tem poder para ir e vir na hora que achar necessário, assim como assumiu o papel de mentor espiritual da Era de Peixes. Então, na verdade, ele está se retirando pra valer apenas agora, quando a Era de Peixes anuncia seu final. Portanto, a "Última Ceia" pode ter sido concebida por Da Vinci, como representativa da transição de Peixes para Aquário.

Jesus não voltará mais. Pelo simples fato de que ele nunca se foi. Sua presença messiânica no mundo físico, deu-se por resolução divina e tinha o propósito de permitir um salto quântico da humanidade, no caminho da evolução. Este salto seria dado na Era de Peixes, e, como proposta evolucional foi um sucesso.  Para quem a aproveitou. Com o fim da Era de Peixes, Jesus vai coordenar outras missões de Luz, talvez em outros mundos. Seu papel para a Terra será assumido por outros mentores da Era de Aquário, que representarão um Avatar específico para este tempo vindouro. Com certeza, o catolicismo e seu complemento protestante não será o guia para a nova religiosidade do novo ciclo. 

Quando estava na cruz, Jesus pronunciou sua fase final: "Pai, por que me abandonastes?". Este é um dos principais pontos de discussão entre especialistas e teólogos cristãos. Jesus teria perdido a fé? Na interpretação de alguns, Jesus, na sua condição de membro da santíssima trindade, podia visualizar o resultado de seu esforço pessoal, através dos tempos. Ali, na hora extrema enquanto encarnado, soube que uma grande quantidade de espíritos continuariam na ignorância pelas eras infinitas. Não aproveitariam a oportunidade de dar o salto para o Amor, de fazer a passagem evolucional. E Jesus se lamentava por isso. Se formos observar, de fato os espíritos humanos, encarnados ou não, se encontram em diversas fases de evolução. Há os que sequer saíram da terceira raça e permanecem num nível de evolução semelhante ao dos lemurianos. Outros ainda não saíram de uma Atlântida decadente da quarta raça. Mas, felizmente já há muitas almas iluminadas encarnando nos tempos atuais, em fases bem adiantadas da quinta raça, como certas crianças que estamos vendo chegar a este mundo nestes dias. A humanidade será sempre assim, multi facetada e incongruente em seus vários aspectos espirituais. Ainda que a salvação seja oferecida para todos, sempre haverá os espíritos que irão preferir continuar nas trevas, para fugir das responsabilidades. Mas, 
não há como fugir.  Evoluir é estar sempre olhando para si mesmo.





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